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Prefeito Marão com ajuda de Jerbson e Gurita transformam CPI/CEI do transporte em pizza e o povo que pague a conta

 


Na sessão da Câmara de Vereadores do dia 2 de fevereiro, o prefeito Mário Alexandre e as empresas Via Metro e São Miguel com a ajuda de grande parte dos vereadores, comandados por Jerbson e Gurita, conseguiram acabar com a CPI (CEI) dos transportes que se propunha a investigar o subsídio milionário, no valor de quase R$ 30 milhões (pagamentos direito, isenção de impostos, compra de vales transportes, etc) pagos pelo município (povo) empresas de ônibus .

A abertura da sessão pelo prefeito no dia anterior à sessão já davam indícios que o esquema para acabar com investigação do acordão multimilionário com as empresas de transporte estava dando certo. A manobra que atentou contra a expectativa popular contou com o apoio de 14 vereadores, guiados pelo Presidente Jerbson e Gurita, membro da comissão que desde o início fazia esforços para acabar com as investigações e manter o prefeito ileso.

Votaram pelo fim da investigação os vereadores Abraão (PDT), Gurita (PSD), Dr. Aldemir (PP), César Porto (PSB), Edérjunior (PSL), Nerival (PSL), Nino Valverde (Podemos), Ivete Maria (DEM), Baiano do Amendoim (PSDB), Luciano Luna (PV), Ivo Evangelista (Republicanos) e Paulo Carqueija (PSD), mais o apoio nos bastidores do presidente Jerbson Moraes.

Votaram a favor da CEI os vereadores Augustão (PT), Cláudio Magalhães (PCdoB), Edvaldo Gomes (DEM), Enilda Mendonça (PT), Fabrício Nascimento (PSB), Tandick Resende (PTB) e Vinícius Alcântara (PV). E como retaliação pelo voto a favor da continuidade do processo, no dia seguinte prefeito Mário Alexandre (PSD) exonerou da Prefeitura de Ilhéus seis pessoas que tinham sido indicadas para cargos comissionados pelo vereador Fabrício Nascimento (PSB). 

Vale recapitular que no dia 11 de janeiro, o presidente da Câmara, o vereador Jerbson Moraes, suspendeu as atividades da CEI. A decisão pela prorrogação das atividades caberia aos vereadores no retorno do recesso do legislativo. 

Os ônibus permanecem quebrados, superlotados, com péssimas vias de locomoção, e as empresas continuam e continuarão com o bolso cheio de dinheiro por conta do acordo com o Prefeito e pelo aval da maior parte da Câmara de Vereadores. 

Somente uma revolta popular, manifestação em massa poderá salvar o trabalhador, que sofre diariamente com o transporte público precário da cidade, um dos piores e mais caros do mundo.

Tudo terminou em pizza como já se previa , câmara não está em favor do povo e os vereadores defendem seus interesses "ideológicos partidários". 

Se Fabrício foi penalizado por votar a favor do povo, o que os 14 vereadores ganharam para votar contra o povo?


Matéria do via 73

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