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Nota Pública do Hospital Materno-Infantil sobre o caso do menino que precisou tirar corpo estranho do ouvido


Sobre o vídeo postado de uma criança que precisava de atendimento de um otorrino e não foi atendido nem no Hospital Materno Infantil nem no Hospital Vida Memorial, o Materno Infantil lançou nota pública se explicando.

Segue nota:


Nota Pública

Um vídeo está circulando nas redes sociais acusando o Hospital Materno Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMIJS), em Ilhéus, de não ter identificado um corpo estranho no ouvido de uma criança, cujos familiares teriam pedido ajuda na unidade hospitalar neste final de semana.

É importante, mais uma vez, esclarecer.

O Materno-Infantil é porta aberta para obstetrícia. Mas no que se refere à pediatria clínica, desde sua inauguração foi contratado pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e pactuado com os 20 municípios, conforme desenho da rede assistencial, que a porta de entrada deverá vir encaminhada pela Central Estadual de Regulação (CER) e SAMU. Ilhéus é um destes casos.

É importante reforçar: o atendimento às urgências e emergências pediátricas pelo HMIJS é regulado pela CER e o SAMU.

A paciente em questão, uma criança citada no vídeo, foi, de fato, ACOLHIDA pelo hospital, com o objetivo de orientar a família sobre a necessidade de a criança ser imediatamente encaminhada para uma unidade referência da rede municipal de Ilhéus.

Todas as pessoas que nos procuraram até o momento estão tendo este acolhimento, classificado o grau de risco de cada caso, esclarecidas da função do hospital e direcionadas para o serviço de atendimento às urgências.

Não deixar nenhum paciente sem esclarecimentos é um dos nossos mais importantes compromissos sociais e uma das bases que norteiam o Sistema Único de Saúde (SUS). Reiteramos que todo o projeto do hospital está baseado na humanização do cuidado, nos direitos da mulher e da criança e na consolidação do SUS. A nossa missão é - e continuará sendo - oferecer segurança e eficiência no cuidado com o público materno-infantil do sul da Bahia, contribuindo para a redução das mortes materna, neonatal e infantil no estado.

Ilhéus, 31 de janeiro de 2022.

A Direção

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1 Comentários

  1. Pelo que entendi no video, a mãe fala, que os hospitais informaram não tinha materiais para realizar o procedimento, ela foi atendida mais nao retiram o objeto estranho do ouvido da criança.

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