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Ilhéus garantiu saúde das empresas de ônibus mas não pagou quem salvou vidas


 Na pandemia, a Prefeitura de Ilhéus resolveu a vida das empresas de transporte público da cidade, garantindo através de um acordo judicial o repasse de 15 milhões de reais para as duas concessionárias. Mas acredite: deixou de pagar o salário de quem teve a missão de salvar a vida da população.

Profissionais da saúde que atuaram na Central Covid-19 - recentemente desativada - lutam até hoje para receber três meses de salários atrasados: julho, agosto e setembro. Comumente são encontrados à porta da Secretaria Municipal de Saúde em busca de informações sobre o pagamento. Mas não conseguem êxito. São profissionais que trabalharam incansavelmente no atendimento à população com sintomas da doença, 24 horas por dia.

A situação, que já se apresentava dificil no primeiro semestre do ano, teria se complicado após uma ação da Polícia Federal para apurar possíveis irregularidades no uso de recursos públicos no combate à pandemia. Com a Operação Nefanda, a empresa que administrava a Central Covid se retirou da parceria. A partir daí os servidores foram mantidos mas deixaram de receber seus proventos, por falta de legalidade para o pagamento.

Agora a Prefeitura busca uma forma jurídica para cumprir com as suas responsabilidades.

Procurado pelo Jornal Bahia Online, o secretário municipal de Saude, André Cesário, disse que "eles (os servidores) já ajustaram esse pagamento com a gestão". Segundo o secretário, a Procuradoria Jurídica da Prefeiturta orientou a Sesau a efetuar o pagamento "avalizado pelo juíz" e que a iniciativa já está com esse andamento feito. "Será efetivado em breve", finalizou.

Mateus do site 

http://www.jornalbahiaonline.com.br/noticia/41200/Ilh%C3%A9us-garantiu-sa%C3%BAde-das-empresas-de-%C3%B4nibus-mas-n%C3%A3o-pagou-quem-salvou-vidas.html

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