sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Cacá afirma em live que Rui Costa é o prefeito de Ilhéus e ele será o próximo

O candidato do governador à Prefeitura de Ilhéus, Cacá Colchões (PP) debateu na noite de quarta-feira (30), sobre suas propostas para o desenvolvimento sustentável do município. No encontro virtual mediado pelo professor da Uesc, Guilhardes Júnior, Cacá afirmou que o verdadeiro prefeito da cidade é Rui Costa (PT) e que ele será o próximo. 

O candidato progressista deixou claro que seu modelo de governança está pautado na implantação de uma organização política diferente. “Aproveitar a parceria já consolidada no comando da Bahia com o governador Rui Costa, ao lado do vice João Leão (PP), e junto com Everaldo Anunciação (PT), lutaremos para fazer Ilhéus voltar aos trilhos do desenvolvimento”, manifestou.

Durante a live, Cacá interagiu com os participantes e deixou claro seu desejo em trabalhar por uma cidade mais sustentável, com menos desigualdade e olhar focado para solucionar problemas estruturais. Citou a atuação da juventude no processo de escolhas, relembrando sua trajetória ainda na infância e avaliou que não se constrói um futuro sem pensar no jovem.

Segundo contou, um dos seus maiores desafios é lutar em defesa de uma política voltada para o empreendedorismo, geração de empregos, meio ambiente e desenvolvimento sustentável - para ele, uma agenda que todos os prefeitos deveriam abraçar. “Ilhéus é indústria, comércio, agricultura, cultura e turismo. O que falta nela é voltar ao protagonismo nacional”, destacou o candidato.

Cacá lembrou que nos últimos anos buscou aprofundar sua atuação política e seus conhecimentos estratégicos para entender como sugerir políticas públicas que gerem impactos no município. “Não há como gestar uma cidade sem identificar os problemas. Para isso, a atuação das instituições, dos servidores públicos e da população fará com que acertemos o prumo da cidade”.

No eixo saúde, Cacá disse que ela deve ser enfrentada com mais profundidade e cautela. “Compartilhei as dores e os temores com outras pessoas durante minha passagem pela UTI de um hospital, juntamente com minha esposa, pai, mãe e muitas famílias que ainda sofrem com a covid-19. Não sou médico, mas é preciso tratar a saúde de forma séria e responsável” criticou.

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